“As relações entre uma
alma e outra, através de coisas tão incertas e divergentes como as palavras
comuns e os gestos que se empreendem, são matéria de estranha complexidade. No
próprio ato em que nos conhecemos, nos desconhecemos. Dizem os dois 'amo-te' ou
pensam-no e sentem-no por troca, e cada uma quer dizer uma ideia diferente, uma
vida diferente, até, porventura, uma cor ou um aroma diferente, na soma
abstracta de impressões que constitui a actividade da alma. (...)”

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