sexta-feira, 30 de novembro de 2012


“Posso transbordar saudade, chorar a perda, querer sumir. Mas nada, absolutamente nada fará com que eu quebre o meu orgulho dessa vez. Nem mesmo você. Porque hoje, eu reconheci que faço falta e que a minha presença é motivo de bem-estar para uma ou mais pessoas. Percebi que a minha saúde é importante para os meus familiares e que embora não demonstrem, existem pessoas que me amam pelo que eu sou e não pelo que eu tenho. Existem outras tantas que admiram minha capacidade de defrontar a vida, mesmo que ela insista em me depreciar. Encontrei hoje, tudo o que eu não tive com você, ou que por uma razão eu não quis enxergar o que estava ao meu redor. Acordei disposto a ser egoísta também. Hoje e nas próximas décadas me quero, me preciso, me amo. Sou dono apenas de mim, minha mente é meu equilíbrio e meu corpo meu santuário. E ninguém mais tem o direito de me esmorecer, nem mesmo seu negativismo, porque você não tem esse poder sobre mim. Você não tem acesso a esse controle. Não mais.”

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